Pesquisas mostram alta rejeição da rejeição a Haddad e Bolsonaro

Mais de 50% das mulheres como a jornalista Renata Vasconcelos, do Jornal Nacional, rejeitam Boilsonaro

A parcela de eleitoras que, a cerca de 10 dias da eleição, não têm um candidato definido para a presidência é a maior em 20 anos, segundo levantamento do G1 com pesquisas do Instituto Datafolha.

O percentual de mulheres que disseram que não iriam votar em ninguém, não sabiam em quem votar ou votariam em branco/nulo no último levantamento, divulgado em 28 de setembro, atingiu 18%. Esse percentual é o maior, para a mesma época da campanha, desde 1998, quando foi de 19%. Além disso, o número de 2018 representa uma alta de quatro pontos percentuais em relação a 2014, quando havia sido de 14%. A variação é inédita desde, pelo menos, 1994, eleição mais antiga para o qual havia dados disponíveis.

A diferença entre homens e mulheres nesse ponto também voltou a patamares da década de 1990: cerca de 8 pontos, intervalo semelhante ao registrado em 1994 e 1998.

No entanto, na última pesquisa divulgada pelo Ibope esta semana, o candidato Jair Bolsonaro tem 51% de rejeição entre as mulheres, contra 33% de Haddad. Entre os eleitores do sexo masculino, a pesquisa aponta que 35% dos homens não votariam em Bolsonaro “de jeito nenhum’, enquanto outros 43% não votariam em Haddad.

Para este levantamento, foram consideradas as pesquisas com entrevistas realizadas em desde setembro de 94 até setembro deste ano, de quatro em quatro anos. (G1 e Datafolha)