COLUNA ESPORTIVA l Sintonia de Diego e Lucas Paquetá é decisiva para liderança do Flamengo

Diego voltou a ter atuação fundamental para a vitória do Flamengo (Celso Pupo/Fotoarena) Foto: LANCE!

Dupla teve atuação consistente na vitória do Rubro-Negro sobre o Bahia, que manteve a equipe na ponta do Brasileiro; Estilo do camisa 10 foi diferente desta vez.

O Flamengo é líder do Brasileiro porque venceu o Bahia, graças aos gols de Diego e Lucas Paquetá. Porém, os tentos assinalados pela dupla foi apenas um detalhe de uma mudança de postura e sintonia apresentada que foram fundamentais para o triunfo e para o ótimo futebol apresentado no primeiro tempo.

O Bahia jogou muito recuado. E o Flamengo demorou apra conseguir furar o ferrolho armado por Guto Ferreira. Os dois gols saíram em três minutos – ambos com colaboração decisiva de Renê – mas Diego e Paquetá já vinha sendo o diferencial. Em dado momento, o Fla apresentava 75% de posse de bola. E sempre passando pelo pé da dupla. Diferentemente de como costuma jogar, Diego não segurou ou cadenciou, pelo contrário.

Não existe dúvidas da importância que Lucas Paquetá tem – e exerce – hoje nesse time do Flamengo. É incrível como é um dos principais jogadores. Contra o Bahia, fez o que é sua característica. Foi versátil e completo. Construiu jogadas vindo de trás, jogou na entrelinha,apareceu na área como elemento surpresa, finalizou bem – tanto que fez um golaço. Além disso, pressionou na saída de bola.

COMO DIEGO FOI DECISIVO
Diego fez seu jogo fluir melhor ao não prender a bola e facilitar a marcação. Tanto que, segundo números Footstats, acertou quase 79 passes, números muito elevados do que costuma apresentar, já que joga muito de forma cadenciada. A pedido de Barbieri ou não, o camisa 10 entendeu que é muito mais decisivo aparecendo na área para finalizar. Levou perigo, fez gol e foi o cérebro.

COMO A DUPLA AJUDOU 
Taticamente, Diego e Lucas Paquetá foram perfeitos. Eles alternaram ajudando Jonas e zagueiros na saída de bola, levando mais qualidade nessa transição. Te Com essas saídas, colocavam os atacantes nas costas dos volantes do Bahia e no espaço entrelinhas. Os dois buscaram também desafogar pelos lados, com Renê, que foi outro destaque, achando os passes verticais. Decisivos demais.

COMPARTILHAR